
Bronquiolite e gripes fortes
Manobras manuais soltam e retiram a secreção do peito, aliviando o cansaço para respirar.
Fisioterapia respiratória adulto e pediátrica — do bebê com bronquiolite ao idoso com DPOC. Consultório em Copacabana, com horário marcado.
Muito além de tratar, ela também previne. As técnicas liberam as vias respiratórias, retiram os obstáculos que o ar encontra ao passar e ampliam a capacidade dos pulmões.
A fisioterapeuta escuta seu histórico e avalia como está a sua respiração hoje.
Técnicas manuais no tórax soltam a secreção; aparelhos de incentivo e exercícios fortalecem a musculatura respiratória.
Você sai com orientações e exercícios simples para manter o progresso entre as sessões.
Cada quadro pede uma técnica diferente. Veja o que se aproxima do seu caso.

Manobras manuais soltam e retiram a secreção do peito, aliviando o cansaço para respirar.

Reabilitação pulmonar progressiva: recuperar o fôlego para as tarefas do dia, espaçar as crises e reduzir as internações.

Lavagem nasal e aspiração feitas com técnica correta: o bebê volta a respirar pelo nariz, mama melhor e dorme melhor.

Preparo antes da cirurgia e desobstrução brônquica depois — os pulmões voltam a expandir mais rápido e as complicações caem.

Desobstrução brônquica, reexpansão pulmonar (atelectasia) e mobilização para quem passa longos períodos deitado.

Retomada da capacidade pulmonar e do condicionamento após a fase aguda.
Não encontrou o seu caso? Descreva os sintomas pelo WhatsApp — orientamos se a fisioterapia respiratória é indicada.
É raro encontrar as duas especialidades no mesmo consultório. Aqui, a família inteira é atendida por quem trata daquela faixa etária todos os dias.
Duas fisioterapeutas com uma vida dedicada à respiração — uma para cada ponta da vida.
Décadas de experiência em reabilitação pulmonar e DPOC. Cada paciente recebe um plano feito sob medida.
Dedicada há muitos anos ao cuidado respiratório infantil, com o olhar atento e a paciência que a infância pede.
“Ensino o paciente a conviver com a doença e com o próprio corpo — é assim que evitamos internações frequentes e ganhamos qualidade e longevidade de vida.”
Valéria Pontes, no primeiro contato com cada paciente
4,9 de 5 em 34 avaliações — ver todas no Google
Segundas, quartas e sextas, com horário marcado — outros dias conforme a agenda
Atendemos pacientes de Copacabana, Leme, Ipanema, Leblon, Botafogo e de toda a Zona Sul do Rio de Janeiro.
Sim. Atendemos desde bebês e crianças até adultos e idosos, com técnicas adaptadas a cada fase da vida e a cada quadro respiratório. O atendimento de adultos e idosos é conduzido por Valéria Pontes e o de bebês e crianças por Martha Abduche.
Desde recém-nascido. Em bebês as técnicas são suaves e manuais: desobstrução das vias aéreas superiores (a lavagem nasal) e manobras leves no tórax, feitas no colo ou no berço, respeitando o ritmo da criança. É o atendimento mais procurado em bronquiolite, gripes fortes e naquela secreção que o bebê ainda não consegue eliminar sozinho.
A sessão começa sempre pela desobstrução brônquica: técnicas manuais no tórax e manobras de drenagem que soltam e mobilizam a secreção. Em seguida vêm os exercícios de reexpansão pulmonar e o treino da musculatura respiratória, com aparelhos de incentivo. Algumas manobras são firmes, mas o tratamento não é doloroso — e você sai com orientações para continuar em casa.
Ajuda como tratamento complementar — nunca como substituto da medicação prescrita pelo médico. Na asma o trabalho é de controle: desobstrução brônquica quando há secreção, treino da musculatura respiratória, reeducação do padrão ventilatório e orientação para reconhecer os sinais de uma crise. O objetivo é melhorar o fôlego no dia a dia e reduzir a frequência e a intensidade das crises.
As metas do tratamento são: prevenir o acúmulo de secreções que interfere na respiração, tornar a ventilação mais eficiente, promover a limpeza e a drenagem das secreções, melhorar a efetividade da tosse, aumentar a resistência à fadiga nos exercícios e nas atividades do dia a dia e prevenir ou corrigir deformidades posturais associadas ao distúrbio respiratório.
Depende do quadro. Condições agudas — gripes fortes, pneumonia, pós-operatório — recebem alta ao fim da recuperação. Nas doenças crônicas, como DPOC, o acompanhamento é permanente: é esse controle que minimiza a exacerbação do quadro, evita internações frequentes e traz qualidade e longevidade de vida.
Depende do quadro. Em situações agudas — bronquiolite, gripes fortes, pneumonia, pós-operatório — a frequência costuma ser maior nos primeiros dias e vai diminuindo conforme o paciente melhora. Nas doenças crônicas, como a DPOC, o acompanhamento é de manutenção, com sessões distribuídas ao longo da semana. A frequência é definida na avaliação e revista durante o tratamento.
Não é obrigatório: o fisioterapeuta tem autonomia para avaliar e conduzir o tratamento. Ainda assim, se você tiver encaminhamento médico, exames de imagem recentes ou relatório de internação, traga — eles ajudam a entender o quadro e a definir as técnicas já na primeira sessão.
Exames recentes, se houver (raio-X ou tomografia de tórax), a lista dos medicamentos em uso, o relatório de alta em caso de internação recente e, se usar, o inalador ou o nebulizador do dia a dia. Roupa confortável ajuda nas manobras. Para bebês e crianças, leve o que costuma acalmar: mamadeira, chupeta ou um brinquedo.
Sim. O consultório fica na Av. Nossa Senhora de Copacabana, 749 — sala 801, em Copacabana, Rio de Janeiro, e o prédio tem estacionamento para os pacientes.